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O que não é visto não é desejado
By Cláudio

O que não é visto não é desejado

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O que não é visto não é desejado

Este ditado é rico em sabedoria. Nos mostra a importância de divulgar os nossos talentos e habilidades, afinal, qual o valor da pepita de ouro num fundo do rio? Quem dá valor a ela é o olhar do outro.

É possível perceber este ditado num simples brincar de uma criança. Se observarmos com cuidado é fácil concluir que as crianças adoram brincar próximo dos adultos. A necessidade de ser visto é da natureza humana e porque não dizer de todo ser vivo. Uma pessoa que se arruma para ir a uma festa no fundo esta em busca ser visto pelo outro para ser desejado e amado.

A propaganda em todas as suas formas também tem este objetivo. Mostrar seus produtos e serviços para que surja o desejo e a necessidade do consumo. Desta maneira é possível incrementar as vendas e os lucros, gerando mais emprego e renda para os proprietários e sócios.

Especialmente nos momentos de retração do mercado, a necessidade de ser visto é imprescindível para a sobrevivência do negócio. Ir à busca do cliente e mostrar quais são os motivos para ele escolher seus produtos e serviços é uma questão de vida ou de morte. Se esconder nos momentos de crise é praticamente um “suicídio comercial”.

É obvio que além de ser visto e desejado é preciso que não só a pessoa, mas também as empresas precisam prestar um bom serviço e oferecer produtos de qualidade e úteis. Do contrário, estaria configurada a famosa propaganda enganosa.

Portanto, este ditado nos convida a cuidar das aparências não só para o nosso bem estar, mas também para o olhar do outro, sem, contudo, descuidar da nossa essência.

Cláudio Martins – psicólogo clínico – Especialista em DQ e CODE

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  • 29/03/2025