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A doença do “amor”
By Cláudio

A doença do “amor”

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A doença do “amor

Você sabia que o amor pode adoecer?

Quando amar significa aceitar o inaceitável,

Quando amar é não impor limites por medo de perder,

Quando amar se transforma em sacrificar a própria vida em nome de alguém —

É sinal de que esse amor está doente.

É duro ouvir isso. Mas é libertador.

Famílias que vivem ao lado de dependentes químicos muitas vezes adoecem junto.

Não por maldade. Mas por excesso de entrega, por desespero, por culpa.

Chamam de cuidado, mas é controle.

Chamam de proteção, mas é medo.

Chamam de amor, mas é codependência.

Quem ama demais, sem limite, sem pausa, sem freio — também precisa de ajuda.

Quantas vezes o amor se tornou desculpa para sustentar comportamentos destrutivos?

Quantas vezes a tentativa de “salvar” virou mais uma rodada do mesmo ciclo doentio?

É preciso coragem para romper.

Coragem para se ver no espelho e admitir:

“Eu também preciso de tratamento.”

Sim, o dependente sofre. Mas quem ama, também.

E amar de forma madura e firme é o primeiro passo para quebrar o ciclo.

O amor saudável tem limite. O amor verdadeiro também diz não.

E às vezes, o maior ato de amor…

É soltar.

Autor: Dr. Orides Charles Silva

Meu comentário:

Muitos chamam de amor aquilo chamado de apego. Uma carência afetiva, uma dependência emocional ou mesmo financeira pode nos conduzir a relacionamentos tóxicos e codependentes. Por tudo isto é fundamental que todos os envolvidos busquem um processo de tratamento (grupos de apoio, psicoterapia, espiritualidade, livros, palestras, vídeos, lives, etc.)

Como diz o lema do Grupo do Amor Exigente Cônjuge: “Para ser um bom par, temos que ser um bom impar”.

Eu costumo dizer: “Quem ama anda do lado, não carrega no colo”    

Pensa nisto caro leitor!

Cláudio Martins Nogueira – Psicólogo Clínico –  Especialista em DQ e CODE

A doença do “amor”

Você sabia que o amor pode adoecer?

Quando amar significa aceitar o inaceitável,

Quando amar é não impor limites por medo de perder,

Quando amar se transforma em sacrificar a própria vida em nome de alguém —

É sinal de que esse amor está doente.

É duro ouvir isso. Mas é libertador.

Famílias que vivem ao lado de dependentes químicos muitas vezes adoecem junto.

Não por maldade. Mas por excesso de entrega, por desespero, por culpa.

Chamam de cuidado, mas é controle.

Chamam de proteção, mas é medo.

Chamam de amor, mas é codependência.

Quem ama demais, sem limite, sem pausa, sem freio — também precisa de ajuda.

Quantas vezes o amor se tornou desculpa para sustentar comportamentos destrutivos?

Quantas vezes a tentativa de “salvar” virou mais uma rodada do mesmo ciclo doentio?

É preciso coragem para romper.

Coragem para se ver no espelho e admitir:

“Eu também preciso de tratamento.”

Sim, o dependente sofre. Mas quem ama, também.

E amar de forma madura e firme é o primeiro passo para quebrar o ciclo.

O amor saudável tem limite. O amor verdadeiro também diz não.

E às vezes, o maior ato de amor…

É soltar.

Autor: Dr. Orides Charles Silva

Meu comentário:

Muitos chamam de amor aquilo chamado de apego. Uma carência afetiva, uma dependência emocional ou mesmo financeira pode nos conduzir a relacionamentos tóxicos e codependentes. Por tudo isto é fundamental que todos os envolvidos busquem um processo de tratamento (grupos de apoio, psicoterapia, espiritualidade, livros, palestras, vídeos, lives, etc.)

Como diz o lema do Grupo do Amor Exigente Cônjuge: “Para ser um bom par, temos que ser um bom impar”.

Eu costumo dizer: “Quem ama anda do lado, não carrega no colo”    

Pensa nisto caro leitor!

Cláudio Martins Nogueira – Psicólogo Clínico –  Especialista em DQ e CODE

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  • 29/11/2025