Da rendição à aceitação 
By Cláudio

Da rendição à aceitação 

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Da rendição à aceitação                                                            

11 de novembro

“Nós nos rendemos calmamente, e deixamos que

Deus, da maneira que compreendemos, cuide de nós “.

Texto Básico, p. 28

Rendição e aceitação são parecidas com paixão e amor. A paixão começa quando encontramos alguém especial. A paixão requer apenas o reconhecimento do objeto de nossa paixão. Para a paixão se tornar amor, entretanto, é preciso um grande esforço. A ligação inicial deve ser lenta, pacientemente nutrida para se tornar um laço sólido e duradouro.

Acontece o mesmo com a rendição e a aceitação. Nos rendemos quando reconhecemos nossa impotência. Lentamente, viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos pode nos dar o cuidado de que precisamos. A rendição se transforma em aceitação quando deixamos este Poder entrar em nossas vidas. Examinamos nossas vidas e deixamos nosso Deus nos ver como somos. Tendo permitido que o Deus de nossa compreensão conhecesse nosso interior, aceitamos mais seus cuidados.

 Pedimos a este Poder para nos aliviar de nossos defeitos e nos ajudar a reparar o mal que fizemos. Então, iniciamos uma nova maneira de viver, aumentando nosso contato e aceitando a orientação, o cuidado e a força contínuos de nosso Poder Superior.

A rendição, assim como a paixão, pode ser o início de um longo relacionamento. Para transformar rendição em aceitação, entretanto, temos que deixar Deus de nossa compreensão cuida de nós a cada dia.

Só por hoje: Minha recuperação é mais paixão. Eu me rendi. Hoje, eu vou nutrir meu contato consciente com meu Poder Superior e aceitar seu cuidado contínuo por mim.

Do livro: #soporhoje – Literatura dos Narcóticos Anônimos.

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  • Janeiro 18, 2024
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