Dançar na chuva
By Cláudio

Dançar na chuva

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“Fazer o nosso melhor, mesmo que ninguém note.
Manter a calma, mesmo que um turbilhão esteja se formando.
Manter a integridade, diante das tentações.

Ser gentil.
Podemos escolher o que nos atinge, o que permanece e o que ignorar.
Somos o que escolhemos ser e as pancadas da vida, apesar de doer, não devem tirar a nossa paz e a capacidade de nos alegrar com as pequenas bênçãos, mesmo que elas venham num dia cinzento.
E se fizerem tempestades, bora dançar na chuva.”

Meu comentário

Fazer o nosso melhor é extrair de nós o que temos de talentos e habilidades. O problema é que muitas vezes somos desconhecidos de nós mesmos. Por várias razões, vivemos nossas vidas procurando sempre agradar os outros e, muitas vezes, desagradando a gente. Por medo e incertezas, deixamos de desenvolver nossos potenciais e, de maneira desesperada, passamos a culpar os outros pelos nossos infortúnios, afinal, agindo assim os nossos fracassos doem menos na nossa alma.

Se o outro é o culpado das minhas mazelas nada posso fazer. Ele é que precisa de mudar para eu ser feliz. Ledo engano. O vitimismo não nos leva a lugar algum a não o lugar da derrota. Podemos fazer a escolha de cuidar da nossa vida. Não terceirizar nossa felicidade e alegria para ninguém.

Fazer escolhas em busca da realização dos nossos sonhos e desejos. Lutar por eles e decidir ser feliz “apesar de…” As pancadas podem vir, mas a paz e a esperança não nos abandonam porque já fizemos a nossa escolha: Dançar na chuva.

Cláudio Martins Nogueira – Psicólogo clínico

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  • Novembro 14, 2022
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