Maconha e sexo: nada a ver – Mulher
By Cláudio

Maconha e sexo: nada a ver – Mulher

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Assim como no homem, a maconha provoca muitos danos na vida sexual da mulher. Dentre eles podemos citar:

  1. -Alterações significativas no ciclo menstrual da mulher provocando cólicas menstruais incomodativas. Redução no nível de hormônio feminino, controladores das funções orgânicas e da lactação, podendo provocar também a esterilidade temporária, abortos espontâneos e complicações diversas nos órgãos genitais
  2. -Na gravidez, o THC pode contribuir por uma má formação congênita do feto nos dois primeiros meses. Depois de formado, o THC vai afetar o feto retardando o seu desenvolvimento. O THC cruza facilmente a barreira placentária e concentra-se no feto em até quatro vezes mais do que no tecido materno nos dois primeiros meses de gravidez. Como a futura mamãe normalmente não sabe que está grávida nos primeiros meses é muito comum o uso da maconha neste período, podendo ser fatal para o bebê.
  3. -Após o nascimento, a mãe que volta a usar a maconha, vai atingir o seu bebê através do leite materno. O THC passa para o bebê através deste leite, podendo aumentar os índices de morte neonatal. O desenvolvimento do bebê não depende apenas de fatores biológicos, mas também do ambiente e da maneira como esses bebês serão criados. Pequenos detalhes como a atenção, o cuidado, a disponibilidade da mãe e de outros familiares de estarem sempre perto, estimulando a percepção do bebê com brincadeiras e com afetividade são decisivos para sua formação. Dificilmente a mãe do bebê que é dependente da maconha vai conseguir dar a atenção que a criança necessita.

Outro complicador é o alto índice de gravidez indesejada entre as usuárias de maconha decorrentes de alterações frequentes nos ciclos menstruais provocadas pela droga. Adolescentes e jovens ainda imaturos tendo que assumir as responsabilidades de uma maternidade precoce e, o pior de tudo isto é quando a adolescente contrai doenças infecciosas como a hepatite, DST (doenças sexualmente transmitidas) devido a falta de critérios e de cuidados na escolha dos parceiros sexuais

Além de tudo isto, os riscos de desenvolver sintomas psiquiátricos decorrentes ao consumo de maconha como a esquizofrenia, a depressão pós-parto, o transtorno de ansiedade, transtorno pós-traumático, etc. são enormes.

Até aqui não citamos o desinteresse da mulher pela atividade sexual na medida em que a dependência da maconha se instala. Isto ocorre por dois motivos:

  1. – O primeiro já citado neste texto é a queda dos hormônios femininos. Além de diminuir a libido da mulher, interfere negativamente na lubrificação da vagina, provocando dores na hora do ato sexual e, consequentemente, a diminuição do prazer.
  2. – O segundo motivo é a propriedade desta droga de provocar uma desmotivação para a vida, incluindo o desinteresse sexual.

Portanto, a mulher que opta pelo uso da maconha corre todos estes riscos. Pela lógica e pelos fatos evidenciados aqui fica claro que não vale a pena à mulher fazer o uso desta droga, afinal, este pode ser um “Barato” que pode sair muito “caro”.

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  • Junho 15, 2017
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